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Brazil - Promotion, Hype and Facts

Discussion in 'Brazil Property' started by Graymax, Apr 25, 2008.

  1. JMBroad

    JMBroad New Member

    Well if we are talking sheer numbers how does the US fare against Sierra Leone or Niger or Angola?
     
  2. RalphJ

    RalphJ New Member

    very interesting article if you read portuguese...if not, try a translation program.


    Brasil
    Edição 466 - 23/04/2007


    5% do PIB...
    Esse é o preço que a sociedade brasileira paga todo ano pela violência, segundo um estudo inédito do Ipea
    Isabel Clemente
    ESPECIAIS
    Leia o estudo do Ipea


    FLORES DA VIOLÊNCIA
    Mil e trezentas rosas foram plantadas nas
    areias da Praia de Copacabana para lembrar
    as vítimas de homicídios neste ano no Rio
    Parte da região central do Rio de Janeiro parou na última terça-feira por causa de uma guerra entre quadrilhas de traficantes. Durante dez horas, os bandidos trocaram tiros. Um cemitério interrompeu os velórios e os sepultamentos por receio de que parentes de mortos pudessem ser atingidos por balas perdidas. Treze pessoas morreram e oito ficaram feridas. O epicentro do confronto foi o Morro da Mineira, localizado a menos de cinco minutos do Palácio das Laranjeiras, sede do governo do Estado. A polícia voltou a exibir sua inépcia. Chegou ao local do confronto com duas horas e meia de atraso. No dia seguinte, um dos líderes de uma facção do tráfico, preso em flagrante, foi liberado pela polícia em circunstâncias ainda não esclarecidas.

    Enquanto o pânico se espalhava no centro do Rio, 25 contraventores, advogados e juízes eram interrogados na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. São integrantes de uma máfia que operava ilegalmente máquinas caça-níqueis, comprava decisões no Poder Judiciário, lavava dinheiro e traficava influência (leia a reportagem sobre a Operação Hurricane nesta edição). A guerra nas favelas cariocas e a infiltração do crime organizado na Justiça são aspectos diferentes do mesmo problema: a assustadora banalidade da violência na sociedade brasileira. O dinheiro da corrupção financia o crime, arma quadrilhas e sustenta o tráfico, que mata nas ruas. Enfraquece também as instituições que deveriam garantir segurança ao cidadão e punição aos culpados.

    Isso tem um custo enorme para o país, em perdas de vidas, gastos com tratamento de saúde de vítimas de violência, despesas com segurança, desestímulos à atividade econômica. O tamanho desse custo permanecia uma variável desconhecida, por falta de pesquisas de abrangência nacional. Apenas estudos sobre o custo da violência em três grandes cidades brasileiras - São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - haviam sido feitos até agora. Essa lacuna acaba de ser preenchida. Pela primeira vez, graças a um trabalho de dois anos do Grupo de Estudos da Violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um órgão do governo federal, o custo da violência no Brasil pôde ser calculado com método e rigor científico. Resultado: o crime custa cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de todas as riquezas produzidas pelo país em um ano. Em 2004, ano-base do estudo do Ipea, isso representou R$ 92,2 bilhões.


    Os gastos da sociedade
    com a segurança
    representam quatro
    vezes o Orçamento do
    Ministério da Educação

    Essa conta equivale à soma dos recursos gastos com segurança pública e privada, despesas hospitalares (internações e atendimento ambulatorial), roubos e perdas de vidas. Esse número foi obtido depois de uma exaustiva compilação e cruzamento de dados de registros policiais, pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Ministério da Saúde, entre outras fontes. A cifra de R$ 92 bilhões representa o quádruplo dos gastos do governo federal em educação neste ano - R$ 27,6 bilhões é a previsão orçamentária do Ministério da Educação, segundo o site Contas Abertas. A conta pode ser considerada conservadora. Por falta de dados confiáveis, o estudo do Ipea excluiu fatores que poderiam elevar ainda mais o preço da violência, como custo judicial, perdas imobiliárias e gastos com investigações.

    O estudo fez contas também para tentar medir o tamanho de setores da "economia do crime", uma equação complexa, pois boa parte dela está submersa na informalidade. A indústria da segurança privada, em 2004, movimentou no país R$ 14,4 bilhões, receita comparável à de uma montadora de automóveis, como a GM, ou o dobro do faturamento das maiores empresas da área de alimentos, como a Sadia. Esse número pôde ser calculado graças às informações da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (Pnad), do IBGE, sobre remuneração declarada das pessoas que trabalhavam como vigias e guarda-costas. A "indústria do assalto" é outro ramo próspero, diz o estudo do Ipea. As estimativas sugerem que, entre roubos e furtos, um patrimônio de R$ 8,4 bilhões mudou de mãos no país em 2004. Os próprios autores do estudo tratam o número com cautela, por causa dos poucos dados disponíveis sobre o assunto.




    PAZ PARA OS MORTOS?
    PM em posição de tiro diante de um
    corpo velado no Cemitério do Catumbi,
    no Rio, fechado por algumas horas na
    semana passada por causa da guerra
    entre traficantes
    Calcular o preço da violência é uma tarefa complexa, porque há alguns danos intangíveis, cujas conseqüências só as vítimas podem sentir. A dor de perder alguém é o exemplo mais evidente. Mas o estudo traz uma estimativa sobre as perdas de capital humano sofridas pelo setor privado, provocadas pelas mortes de pessoas que foram vítimas da violência: R$ 23,8 bilhões. Trata-se de uma projeção da renda potencial que deixou de ser produzida pela sociedade por causa da interrupção precoce de vidas. "O custo social da violência é um indicador da redução de bem-estar da sociedade", diz o economista Daniel Cerqueira, do Ipea, um dos autores do estudo.

    Qual é a finalidade de um estudo como esse? Ele é o terceiro de uma série sobre violência, financiada pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O trabalho pretende orientar os gestores de políticas públicas. Com seu aprofundamento, será possível saber, de antemão, se um programa voltado para jovens infratores numa favela é mais eficiente que uma ação de policiamento na mesma comunidade e tomar decisões não mais com base na improvisação. É assim que funcionam as políticas públicas nos países mais desenvolvidos, onde zelar pela aplicação do dinheiro público não significa apenas atender à lei, mas à regra de eficiência máxima na gestão dos recursos - a mesma que pauta a iniciativa privada.

    Além da explosão da criminalidade, um dos problemas mais graves da segurança pública no Brasil é a má aplicação do dinheiro destinado ao setor. Entre 1995 e 2005, o conjunto dos investimentos públicos em segurança pública aumentou de R$ 20 bilhões para R$ 28 bilhões. Desde os anos 90, os gastos com segurança pública de Estados e municípios, respectivamente, têm aumentado a uma taxa anual de 4,4% e 5,7%. Ainda assim, entre 1980 e 2004, o número de assassinatos cresceu 5,6% ao ano. Mesmo com a leve queda nas taxas de homicídios, verificada recentemente, o Brasil está entre os países mais violentos do planeta (leia o gráfico). O ritmo de redução tem sido inferior ao registrado em países tradicionalmente mais violentos, como a Colômbia. "As autoridades só falam em aumentar efetivos ou viaturas, mas esse caminho segue para a exaustão", diz Alexandre Carvalho, do Ipea, outro autor do estudo. "Jogar dinheiro para sufocar a violência não está adiantando. É preciso sentar e entender o que fazer."

    O ex-secretário nacional de Segurança Pública José Vicente da Silva Filho, coronel aposentado da PM de São Paulo, cita um exemplo de que não é só dinheiro que falta para o combate da violência no Brasil. "O Distrito Federal tem a polícia mais bem paga do país e um dos maiores efetivos, com um policial para cada 100 mil habitantes. Mesmo assim, a taxa de homicídios está entre as mais altas do Brasil", diz José Vicente. "O problema no Brasil não é a quantidade de investimento, mas o que é feito com ele." Segundo José Vicente, há "uma receita básica de polícia". Para ele, "não dá para ficar inventando muito, colocando um distrito policial para cada 50 mil habitantes. Seria um desperdício de dinheiro em qualquer lugar". Mas seria possível, segundo ele, melhorar a resposta da polícia ao crescimento da violência com o uso de estratégia e inteligência, com o melhor treinamento de policiais e a gestão mais eficaz dos recursos. Recém-chegado de uma visita à Academia de Polícia de Nova York, Vicente diz que a caixa de munição, com 50 balas, vendida por US$ 20 nos Estados Unidos, aqui não sai por menos de US$ 100. "Só temos um fornecedor. Nosso treinamento é mais caro."

    O combate ao desperdício na área de segurança pública poderia ser mais eficiente se houvesse mais avaliações sobre as ações anticrime, afirma Nancy Cardia, coordenadora-adjunta do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP). "Os erros só se repetem. Continuamos sem instrumentos para monitorar o desempenho", afirma a pesquisadora. "Reforçam a força policial, constroem mais presídios, e daí? Parece que não saímos do método da experimentação, na base da tentativa e erro."

    Nos países mais ricos, a cultura de permanente monitoramento e avaliação está consolidada. Um exemplo vem dos Estados Unidos. Em 1996, o Congresso americano contratou um dos maiores especialistas mundiais em criminalidade e violência, Lawrence Sherman, para investigar se centenas de programas anticrime que recebiam US$ 3 bilhões por ano do Departamento de Justiça cumpriam seus objetivos. Sherman descobriu que os programas que incluíam visitas, terapia familiar, treinamento profissional para adultos eram mais eficazes. Segundo Sherman, "governos, como a química, têm de ter uma ciência experimental como base". Em 2001, a cidade de Nova York contratou dois economistas para avaliar a relação custo-benefício de 27 projetos na área de segurança - de programas de atendimento a adultos infratores a intervenções sociais em comunidades pobres. Eles descobriram que o maior retorno por dólar investido vinha dos programas voltados para o jovem infrator.

    Aprenderá o Brasil um dia a lição de Sherman? Entenderemos como relacionar governo e ciência? O ideal é que o país avançasse a ponto de discutir quanto custa um seqüestro, um estupro ou uma agressão a turista. A pesquisadora Nancy Cardia, especializada em psicologia social, é reticente. Ela acredita que as poucas pesquisas disponíveis continuarão a ser ignoradas na formulação das políticas sociais ou de segurança, enquanto o critério do loteamento partidário continuar a dirigir a nomeação dos ocupantes dos principais cargos públicos. Ela faz uma pergunta: "Quem garante que as pessoas nomeadas tomarão as melhores decisões para a nação?".

    Ao tomar posse para seu segundo mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o problema da violência seria combatido com a "mão forte do Estado". Certamente, muita força será necessária para enfrentar a crise da segurança pública. Mas as experiências de mais sucesso ensinam que, para alcançar os resultados na área de segurança, é preciso usar a força do Estado, com criatividade, inteligência, racionalidade e boa gestão dos recursos. O estudo do Ipea traz informações novas para que isso possa ser feito. O importante é que ele agora seja aprofundado e usado pelo poder público.
     
  3. RalphJ

    RalphJ New Member


    don't know their numbers, but the U.S. has approximately 14,000 people that die from violence a year. Brazil has close to 60K.
     
  4. JMBroad

    JMBroad New Member

    National Violent Death Reporting System - NCIPC

    You said 60.000 violent deaths per annum in Brazil. According to this website;

    "Each year, about 50,000 violent deaths occur in this country (USA). Violent deaths, including homicides and suicides, cost the United States more than $52 billion in medical care and lost productivity every year. "

    Does that mean you would accept calling the US a third world country?
     
  5. FCZ

    FCZ New Member

    I (probably we) don't have time to go over statistics now. But just here in the UAE, we have people from India, Bangladesh, paquistan, and some other dozen countries lining-up to get less than the 240 dolares of Brazil. The number of illegals goes for the thousands in this tiny country, due to the desesperation to go back to their home countries. The world bank classifies Brazil as an "upper middle income" with a reason. What would be the minimum wage of those countries below?
    I'll not deny the huge problems and suffering of the poor brazilians. To tell the true, even annoys me to see Brazilians buying luxury houses here in Dubai just to have something to say during their country club meetings; But dedication to point out the negative sides in some particular places, for whatever reason, doesn't seems nice either.
     
  6. Dotty

    Dotty Banned

    What planet are you on?I can truely say that you know nothing about 1st world and 3rd world and definately live on another planet.
     
  7. FCZ

    FCZ New Member

    Hillarius!
     
  8. JMBroad

    JMBroad New Member

    I think the major difference is that there are three types: and you only mentioned two. The third being the people that see how it is now (which I still say you and Dotty seem to not fully apreciate Brasil anymore) however they are convinced that the future is very promising and therefore worth investing in.

    I place myself in that category.
     
  9. JMBroad

    JMBroad New Member

    I'd love to know what nationality Dotty is so I could explain things to her in a language she'd understand. But then again Martian never was my forté.
     
  10. Dotty

    Dotty Banned

    I love Brasil but the stuff you guys often write is way out of touch with the reality and thats that.The flight thing UK -Salvador 205 May but 650,00 +in June and thats before you have your hotel and rice and beans,hired a car,paid your entry into sites,taken an excursion etc.So whilst Salvador has mountains to offer Natal unfortunately does not so when the interest grows for Salvador I can see why.The difficulty with Aracaju is not being able to get there easily.
     
  11. Golfingworld

    Golfingworld New Member

    Crime.....it doesn't matter one dot (or Dotty) what the statistics say, they are entirely irrelevant to some poor unsuspecting tourist or prospective property buyer. What counts is their perception of Brazil. To the average man Brazil means favelas, football, women and carnival and all based round Rio/SP and Salvador. When I first went back to Brazil everyone but everyone said "be careful" nobody said...read these statistics! So, until someone in Brazil is smart enough to publicise those statistics and convince the buying and travelling public that the problem is nothing like it is perceived, then there will be a negative associated with Brazil. And, selling concepts is not one of Brazil's best assets. Maybe they should give t to a load of redundant off plan Estate Agents, they know how to talk up the positives!
     
  12. nigelallen

    nigelallen New Member

    I'm off to Salvador May 3rd First choice £204 return including taxes etc, don't you just love it
     
  13. Dotty

    Dotty Banned

    Thats a really good idea GW that should keep them busy.
     
  14. RalphJ

    RalphJ New Member


    Who knows what the numbers would be for suicides here in Brazil. By violent death I mean murder.

    In the U.S. there are approximately 14,000 murders per year, and that number has been steadily decreasing. In Brazil you have approximately 60,000 murders a year, 2 years ago the number was 57K and change, and according to the latest surveys and research the problem is getting worse, not better.
     
  15. RalphJ

    RalphJ New Member


    Dotty;

    If one can get to Salvador easily, which they can, then they can certainly get to Aracaju easily. There are anywhere from 2 to 4 Salvador-Aracaju flights per day and the flight is 25 minutes in length.

    Or one can drive a car, one of brazil's few good roads, 300 km's, or 3 to 3.5 hours.
     
  16. RalphJ

    RalphJ New Member


    And let me state that I stated sheer numbers because I wasn't quite certain about Brazil being in the top 5 worst per capita, but now I am certain, and they are.


    NationMaster - Murders (per capita) (most recent) by country

    Crime Statistics > Murders (per capita) (most recent) by country
    VIEW DATA: Totals Per capita
    Definition Source Printable version
    Bar Graph Map

    Showing latest available data.
    Rank Countries Amount (top to bottom)
    #1 Colombia: 0.617847 per 1,000 people
    #2 South Africa: 0.496008 per 1,000 people
    #3 Jamaica: 0.324196 per 1,000 people
    #4 Venezuela: 0.316138 per 1,000 people
    #5 Russia: 0.201534 per 1,000 people
    #6 Mexico: 0.130213 per 1,000 people
    #7 Estonia: 0.107277 per 1,000 people
    #8 Latvia: 0.10393 per 1,000 people
    #9 Lithuania: 0.102863 per 1,000 people
    #10 Belarus: 0.0983495 per 1,000 people
    #11 Ukraine: 0.094006 per 1,000 people
    #12 Papua New Guinea: 0.0838593 per 1,000 people
    #13 Kyrgyzstan: 0.0802565 per 1,000 people
    #14 Thailand: 0.0800798 per 1,000 people
    #15 Moldova: 0.0781145 per 1,000 people
    #16 Zimbabwe: 0.0749938 per 1,000 people
    #17 Seychelles: 0.0739025 per 1,000 people
    #18 Zambia: 0.070769 per 1,000 people
    #19 Costa Rica: 0.061006 per 1,000 people
    #20 Poland: 0.0562789 per 1,000 people
    #21 Georgia: 0.0511011 per 1,000 people
    #22 Uruguay: 0.045082 per 1,000 people
    #23 Bulgaria: 0.0445638 per 1,000 people
    #24 United States: 0.042802 per 1,000 people
    #25 Armenia: 0.0425746 per 1,000 people
    #26 India: 0.0344083 per 1,000 people
    #27 Yemen: 0.0336276 per 1,000 people
    #28 Dominica: 0.0289733 per 1,000 people
    #29 Azerbaijan: 0.0285642 per 1,000 people
    #30 Finland: 0.0283362 per 1,000 people
    #31 Slovakia: 0.0263303 per 1,000 people
    #32 Romania: 0.0250784 per 1,000 people
    #33 Portugal: 0.0233769 per 1,000 people
    #34 Malaysia: 0.0230034 per 1,000 people
    #35 Macedonia, The Former Yugoslav Republic of: 0.0229829 per 1,000 people
    #36 Mauritius: 0.021121 per 1,000 people
    #37 Hungary: 0.0204857 per 1,000 people
    #38 Korea, South: 0.0196336 per 1,000 people
    #39 Slovenia: 0.0179015 per 1,000 people
    #40 France: 0.0173272 per 1,000 people
    #41 Czech Republic: 0.0169905 per 1,000 people
    #42 Iceland: 0.0168499 per 1,000 people
    #43 Australia: 0.0150324 per 1,000 people
    #44 Canada: 0.0149063 per 1,000 people
    #45 Chile: 0.014705 per 1,000 people
    #46 United Kingdom: 0.0140633 per 1,000 people
    #47 Italy: 0.0128393 per 1,000 people
    #48 Spain: 0.0122456 per 1,000 people
    #49 Germany: 0.0116461 per 1,000 people
    #50 Tunisia: 0.0112159 per 1,000 people
    #51 Netherlands: 0.0111538 per 1,000 people
    #52 New Zealand: 0.0111524 per 1,000 people
    #53 Denmark: 0.0106775 per 1,000 people
    #54 Norway: 0.0106684 per 1,000 people
    #55 Ireland: 0.00946215 per 1,000 people
    #56 Switzerland: 0.00921351 per 1,000 people
    #57 Indonesia: 0.00910842 per 1,000 people
    #58 Greece: 0.0075928 per 1,000 people
    #59 Hong Kong: 0.00550804 per 1,000 people
    #60 Japan: 0.00499933 per 1,000 people
    #61 Saudi Arabia: 0.00397456 per 1,000 people
    #62 Qatar: 0.00115868 per 1,000 people



    If you noticed Brazil is nowhere on the list, for whatever reason they omitted them. Be we know what their murder rate is, and it's approximately 23 per 100K, that would put them in front of Russia on this list, and behind Venezuela, which would be 5th worst per capita worldwide.
     
  17. RalphJ

    RalphJ New Member

    And damn, by coincidence, a buddy of mine just phoned me, at this moment, to inform me that an american friend of ours, his name is Bob and he spends six months a year in Aracaju, was just interviewed by the local news on tv because he was shot at noon today, coincidentally just 30 minutes after I saw him in traffic at 11:30 am this morning. He and another american guy went to the new bridge they just built here to take some photos and a guy on a bicycle with a gun tried to rob them and evidently they resisted......and he got shot in the knee.

    I understand that these types of things can "happen anywhere", that's usually the cries heard by Brazilians when a "gringo" talks about how dangerous it is here in Brazil, but I gotta tell ya, it sure seems to happen a helluva lot more frequently here.
     
  18. RalphJ

    RalphJ New Member

  19. Raimundo

    Raimundo Guest

    Amazing..... in Brazil sh*t like this never amazes me anymore.

    The worst place I ever been as far as a bad feeling, malandros, bad looks, etc; was Salvador - Bahia.

    My first trip to Bahia was 2004.

    A Taxi guy: young, fat black dude, cocky f*cker, picked me an my namorada up at the lighthouse in Barra on a Saturday around mid-day. We directed him to the arts and crafts building (forgot the name) downtown near Pelohino. The asshole started talking smack and convinced my Carioca girl about 'another area past downtown' that was a better place. I reluctantly followed along and 25 minutes past downtown we were headed out to BFE, when the car stopped at a light and I opened the door and quickly got out. The guy went nuts! No doubt he was taking us somewhere bad! Beware: if you're a white dude with a beautiful Brazilian woman, you will encounter animosity/racism/whatever-the-f*ck you wanna call it in Brazil, and in Salvador, it's much worse.

    I have no plans of returning to Salvador again.
     
  20. Dotty

    Dotty Banned

    Thats scary.After the incidents in Natal with the shottings on the beach and in PN a friend went for a night sit with her boyfriend on the beach in Natal.It was early hrs 3am I believe .A gun was put to their heads and the robber threatened to kill them if they did not hand over their mobile and the small amount of money they had on them on them.
    The bad thing is that in Brasil they just pull out a gun for small robberies like drinking a glass of water and they damn well use it.It is not a joke.There are many horror stories!
     
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